O glossário do blockchain

Token? Fork? ICO? Em um mundo onde as novidades tecnológicas surgem na velocidade da luz, é fácil se perder. Conheça as 12 palavras fundamentais para entender o futuro das transações no ambiente virtual do blockchain

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Blockchain: Um grande banco de dados, público e inviolável, no qual podem ser registrados arquivos digitais de todo tipo. Cada item guardado no blockchain é datado e leva uma assinatura, formada por uma sequência de letras e números, também chamada de hash.

Block explorer: Nome dado ao site, ou software, que permite visualizar e participar de um blockchain. Com ele, é mais amigável, por exemplo, trocar bitcoins.

Blocos: Blockchains são formadas por cadeias de blocos. Mas o que são esses blocos? São grupos de transações, marcadas com um registro de tempo e com um cabeçalho codificado. Depois de validados, eles passam a fazer parte da cadeia.

Confirmação: Toda vez que bitcoins são transferidos entre duas pessoas, essa transação é incluída num bloco e precisa receber confirmação. Não apenas uma, mas seis. A partir de então, é reconhecida pelo sistema e não pode mais ser alterada.

Criptomoeda: São moedas digitais, que só existem no ambiente virtual e se utilizam da criptografia e da tecnologia de blockchain para garantir segurança a seus usuários. Estão apoiadas numa plataforma online descentralizada, por isso não precisam de instituições reguladoras.

Fork: São bifurcações temporárias construídas dentro de uma cadeia de blocos. Elas surgem em momentos de atualização do sistema e podem ser do tipo soft forks, que não alteram o funcionamento do sistema. Também existem as hard forks, bifurcações complexas que são mais raras de acontecer porque alteram toda a estrutura da cadeia.

ICO: Sigla em inglês para “oferta pública inicial de moeda”. É por meio de um ICO que qualquer criptomoeda surge.

Minerador: É ele que agrupa as transações que acontecem no sistema, mas ainda não foram incluídas em blocos novos. Para fazer esse trabalho, é preciso calcular a sequência de letras e números correta (o hash). Quem consegue fazer mais rápido e, assim, garante que a transação seja validada, ganha recompensa em criptomoeda.

Prova de participação: Os mineradores fazem a validação e atualização do sistema ao fornecer o que se costuma chamar de “prova de trabalho”. Já a prova de participação é um algoritmo verificado pelo próprio proprietário da criptomoeda negociada naquela transação específica.

SHA-256: Nome de um algoritmo criptográfico utilizado por uma série de moedas virtuais, como o bitcoin. Para ser processado, precisa de uma capacidade de processamento tão grande que as pessoas que os mineram precisam formar grupos com suas máquinas.

Tokens: São chaves privadas, produzidas por sistemas de blockchains. Funcionam como super senhas, de alto nível de segurança.

Transação: Do ponto de vista do usuário, é a transferência de informações (geralmente bitcoins ou outras moedas virtuais) entre dois endereços. Do ponto de vista do sistema, é uma estrutura de dados, que precisa ser transmitida pela rede, coletada por mineradores, incluída dentro de um bloco e, finalmente, tornada definitiva dentro da cadeia.

 

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